PARA O PAI PENSAR ANTES DE CHEGAR O SEU DIA
Estamos às voltas com mais um dia dos pais. Mesmo comemorada e estimulada pelo comércio , a data não tem o brilho do dia das mães. Em parte porque a figura da mãe é ímpar, quase mística, em nossa cultura. È mais terna , muito romântica. O pai leva algumas desvantagens na cultura ocidental. Nossa estrutura o a penou ( não penalizou, porque "penalizar" é ter pena ). Em muitos lares é ele quem fica com a disciplina dos filhos. Chega em casa, à noite, cansado do trabalho, e lhe diz a esposa: "Você precisa dar um jeito nesse menino!". Isto quando não diz: "Dá um jeito no seu filho!". E o garoto logo pensa:"Pronto, meu pai chegou em casa, chegou a hora da bronca". Além disso, a cultura ocidental vem massacrando o homem. Como há livros tipo "Mulheres que amam, e maridos que (alguma coisa ruim)", "Porque as mulheres fazem isso ( uma coisa boa ) e os homens ( alguma coisa ruim )",ou "mulheres são isso assim-assim (alguma coisa boa ) e os homens são aquilo assim ( alguma coisa ruim )". Os homens estão mal na foto, como se diz no popular. E também a constante desmanchar da autoridade, como vemos em novelas e filmes. Via de regra, os pais são mostrados como falsos, e os jovens como idealistas. Os filhos dão broncas homéricas nos pais, que parecem figuras patéticas. Os jovens têm todos os direitos e nenhum dever, e seus pais têm todos os deveres e nenhum direito. ( CONTINUA ...).
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